sábado, 11 de fevereiro de 2012
Depois que o céu escureceu e iniciou-se a tempestade, o caos surgiu devastando tudo que encontrava à sua frente.
Logo após o caos, fez-se silêncio. Um silêncio tão agoniante e apavorante quanto o próprio caos. Um local sem alma, sem vida, sem palavras ou ao menos o som da respiração.
Não havia choro, tão pouco lamentação, não havia ira ou tristeza, absolutamente nada.
Era uma sala vazia, sem portas ou janelas. Poderia ser branca ou preta, azul ou vermelha. A cor não importava, afinal era apenas uma sala vazia.
28 agosto 2011
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