Sou um labirinto, talvez dentre todos eu seja o mais complexo, o desvendável. O labirinto que não possui saída ou quem sabe, nem eu sei a saída. Me perco, por dias e noites andei perdido, e volto a andar todos os dias. Logo me encontro, e dali me tiro. Sem saber como fugi de mim, saio do labirinto.
Esse sou eu, um labirinto velho, cheio de rachaduras, sem saída, complexo, incompreendido, complexo, escuro, frio. Um lugar do qual nem eu sou capaz de entender.
24 abril 2011
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