sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
A Sociedade dos Poetas Mortos
Durante o dia onde o tempo corre e todos sempre se fazem apressados, estamos aqui em nosso lazer, cumprindo nossas funções. Ao cair da noite a cidade dorme, as ruas silenciam-se e nesse momento despertamos. Na madrugada todos nos tornamos poetas.
Aqui nos reunimos, expressamos a mais pura e livre poesia. Nada de quartetos e tercetos. Nada de sonetos.
Nos reunimos para exprimir os pensamentos e sentimentos, para mostrar o que é ser humano. Viemos até esse local para ver, assistir, contar, ouvir. Para mostrar nossas obras, nossos corações, nossos poemas e poesias; ou para citar palavras daqueles que já se foram...
... E mais nada.
02 maio 2011
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