sábado, 11 de fevereiro de 2012




Era mais uma manhã do ano. Manhã de agosto, de inverno, de verão, de primavera, de outono. Só mais uma. Manhã essa em que esfriou, ventou, os sol mal se mostrou, logo choveu e tudo ficou molhado e úmido. O aroma modificou-se no ar, o som ambiente das gotas chocando-se contra os objetos na rua, eram de acalmar o espirito. As melodias daquela canção em que me envolvia, pareciam parar o tempo e até mesmo reverte-lo. Acordes simples e básicos acalentavam o coração que fez-se tranquilo e suspirante.
Manhã de agosto que deixei o tédio me alcançar, tropecei no calendário, cai na rotina, mergulhei,na angustia que trouxe consigo a tristeza que deprimi até os ossos, corroendo a imaginação, as ideias e dissolvendo os sonhos.
Logo a manhã fez-se tarde, recebi tua mensagem, ganhei teu amor trazido pelo vento. Agarrei-me a ele com força que reacendeu minhas esperanças.

24 agosto 2011

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