Ele se escondia pelos cantos, temia minha presença, assim como todos temem o desconhecido. Eu nunca havia o visto, ele mostrava-se desconhecido.
Em uma noite qualquer, onde se fez silêncio, as luzes apagaram-se, meus olhos se fecharam e ao amanhecer ele estava lá. Sentado em frente a minha cama, encarando-me. Desde então ele tem feito visitas constantes. E a cada visita ele estende sua mão, olha dentro de meus olhos e diz: -Prazer! Me chamo Medo.
29 maio 2011
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