sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012




Te senta na calçada, no banco da praça, te deita na grama do parque, no balanço da pracinha. Olha pela janela do quarto, janela do ônibus, olhe da janela daquele edifício onde você trabalha, da janela da sala de aula... Olhe o céu, olhe as nuvens.

Olhe como essas são descontraidas, suaves, calmas e movidas pela brisa. Solitárias ou unidas. São banhadas pelo anil. Calmas e tranquilas. Consegue sentir essa paz que elas transmitem?! Essa tranquilidade?!

As vezes elas se reunem, se revoltam, fecham-se e escurem. Então se jogam, despencam em forma d'água. Inundam tudo.

E ao cair da noite são iluminadas pelos astros, sempre pairando sobre nossas cabeças, sempre observando o que há para se presenciar. E sempre sendo observadas por aqueles indivíduos que param um segundo para presenciar um momento bom. . .

quem sabe esse momento é aquela tal perfeição?!

01 janeiro 2012

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