Quando despertamos, ele já se mostra acordado. Correndo, ativo, incandavel. Entre os prédios cinzentos e antigas contruções de uma grande cidade, ele uiva. Durante a noite que apresenta-se silenciosa, onde os homens fecham os olhos, seu uivo mais parece um rugido.
Invisível, intocavel, indomavel e livre.
04 agosto 2011
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