sábado, 11 de fevereiro de 2012
Não é meu. Não fui eu.
Traduzo os códigos que se encontram nas caixas de cereais das manhãs de todo dia, os sinais que aparecem nos astros. Transcrevo o que sussurram as vozes e o que cantam as sereias. Psicografo o que me dizem os fantasmas, os espíritos e as almas. Revelo o que mostram os sonhos. Abro teus olhos para as mensagens subliminares que possuem os outdoors. Interpreto as cartas de Tarot que jogo pra você. Revelo os códigos genéticos que se encontram nos icebergs. Cada sentimento entre as virgulas de um poesia, entre as notas de uma música, no trasso obscuro do teu desenho. E revelo ao mundo o motivo das maquiagens femininas. Assim vou montando minhas palavras. Assim vou contando aos que leem aqui estas palavras.
Mas as vezes sou incapaz de interpretar teus olhares.
23 outubro 2011
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