sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012
Não eram rosas, nem orquídeas, não eram íris, tão pouco lírios, nem cravos, nem margaridas, nem girassois, não eram astroemerias, crisântemos, gladíolos ou helicônias. Eram abelhas cigarras, libélulas, besouros, grilos, gafanhotos, borboletas, mariposas. Eram pássaros. O que achava ser o som da brisa batendo nas folhas eram o bater das asas. O que acreditava ser um coral de flores (se alguns dizem que flores falam, pq não elas não podem cantar?!) era o zumbido dos insetos e o assoviar das aves. Não eram pétalas ao vento, eram penas jogadas, largadas em meio a música, à beleza da natureza, largadas ao sol, ao céu, e junto a elas havia um coração (tmb jogado e largado), e dessa vez eu não achava nada, pq eu tinha certeza que era o meu.
21 fevereiro 2011
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