sexta-feira, 10 de fevereiro de 2012




Nosso amor não mata, mas amassa. Me maltrata e dele eu apanho. A prova de todo nosso amor (ou desse seu amor) são os hematomas que carrego no corpo, as sequelas em meu cérebro. Teu amor me sufoca, afoga, hipnotiza. Você vê, sabe e nem se importa com o resultado que teremos no final. Esse amor me rouba o ar que os pulmões carregam, a alegria que meu rosto estampa, este amor me mata. Ele só não me deixará louco, pois louco eu já sou.

11 fevereiro 2011

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